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Satisfação em família

Publicado em: 10/08/2015 por CBN-SP

Dt 24.5 “Homem recém-casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou.”

À priori, é bom demais, se casar e ter um ano para curtir a família, sem preocupações ocupacionais desgastantes. Uma lua de mel de muitas luas! Estamos na verdade diante de um parâmetro bíblico da importância que Deus atribui à família. Um projeto de família bem sucedido não acontece do dia para a noite ou vice-versa! No altar no sábado à noite, tudo se acerta e serão felizes para sempre. Não! Não é mesmo! E quem já teve essa utopia, pode estar agora decepcionado consigo e com suas escolhas e procurando o que foi que deu errado? Não deu errado; tudo foi feito errado!

Uma família não começa no dia do casamento, nem no dia do noivado e muito menos quando se começa o namoro ou relacionamento, com a nomenclatura qualquer que seja. Cada coisa nessa vida, segue o princípio da reprodução segundo a sua espécie. O que se planta, isso se colhe, pois a planta vem da semente, que produz novas sementes que produzem novas plantas, todas seguindo a mesma espécie, com as mesmas características. Então uma família reproduz uma nova família, segundo a mesma espécie; que por sua vez trabalha e prepara seus membros para reproduzirem novas famílias e assim, de geração em geração.

O trabalho, a educação, as habilidades, a carreira, os recursos financeiros, tudo existe na vida da pessoa, para cumprir uma função, que é dar-lhe condições de perpetuar-se através da geração de novas unidades familiares. Um desses fatores por si só, não satisfaz e não preenche a vida da pessoa como ser humano. Pode ser bem sucedido financeiramente, mas fica um vazio na alma; pode ser um sucesso social, mas a casa fica grande demais e o quarto frio e a vida silenciosa demais. Pode ser um profissional excepcional e muito requisitado e até “casado com o trabalho e a carreira” – mas chega um momento que surge a pergunta, o que eu faça, o que fiz e o que farei, tem alguma finalidade? Como algumas postagens na mídia dizem: “Se eu não tivesse filhos, minha carteira teria mais dinheiro, minha casa ficaria mais organizada e minha agenda mais livre…. mas eu não teria todas as alegrias e recompensas que esses filhos me dão.”

Paternidade, maternidade, criar e educar filhos, são experiências que só se pode adquirir na prática e não há nada na vida que explique isso. Os baixinhos limpam a carteira da gente, tiram nosso sono, dão uma canseira na gente depois de um dia de trabalho exaustivo, nos forçam a sacrificar planos e agenda e mesmo assim, a gente morre de amor e paixão por eles e se preciso for, damos a vida, literalmente para protegê-los. Só quem tem sabe do que estou falando. Deus quer que você curta bem sua família, sua esposa, seu marido. Devem promover o bem estar e a felicidade um do outro; mas cuidado para não confundirem as bolas; procurar a felicidade pela felicidade em si, é errado e enganoso. Depois de escolhas mal feitas, se descobre: “Eu era feliz e não sabia!” O amor, abre mão de si, para o bem do outro; fazer o outro feliz, o torna feliz. Quem quer alguém para fazê-lo feliz, já demonstra que é um infeliz e egoísta, atrás de satisfazer-se pela dedicação de outros. Isso, está longe de ser amor.

O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.” (I Co 13.4-8). Isso, é o que Deus entende por amor, o resto, no máximo, é paixão, é sentimento forte.

 

Pr. Jason Gomes

 

 

 

 

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